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ISSN: 2595-8402

DOI: 10.61411/rscXXXXXX

Publicado em 28 de setembro de 2023

REVISTA SOCIEDADE CIENTÍFICA, VOLUME 6, NÚMERO 1, ANO 2023

 

AGENTES FÍSICOS E QUÍMICOS NO CONTROLE MICROBIOLÓGICO

 

Pedro Vitor de Souza Silva¹; Fernando Veloso Caldeira Barcellos²; Karine Neves Mota3; Wanderson Pereira Araújo4

 

1Universidade Federal de Minas Gerias, Montes Claros, Brasil ​​ 

[email protected]

2Faculdade de Ciências Odontológicas, Montes Claros, Brasil ​​ 

[email protected]

3Instituto Federal do Norte de Minas Gerias, Januária, Brasil ​​ 

[email protected]

4Instituto Federal do Norte de Minas Gerias, Januária, Brasil ​​ 

[email protected]

 

 

RESUMO CONDENSADO

Os agentes físicos e químicos estão como um dos demasiados meios de controle microbiológico. Visto a sua importância para o impedimento do crescimento desgovernado de microrganismos, o presente trabalho surge para mostrar e ressaltar os tipos e contextualizar a sua necessidade na prevenção de infecções, deteriorações e contaminações microbianas. O trabalho em questão trata-se de uma pesquisa de revisão bibliográfica. Todo o levantamento foi realizado através de artigos científicos, livros, e demais publicações de impacto científico, relatando alguns métodos de controle microbiano. O estudo mostra que os agentes físicos e químicos, são responsáveis pelo controle microbiológico em várias preventivas. Este, também relata que tais agentes, são responsáveis pelo controle microbiológico em vários contextos de necessidades sociais, como cirurgias, alimentações e dentre outros. Por isso, parte a necessidade de estudos voltados a estes.

Palavras-chave: ​​ Agentes Físicos, Agentes Químicos, Controle Microbiológico.

 

1INTRODUÇÃO

 Tendo em vista que o objetivo dos agentes físicos e químicos no controle microbiológico é inibir o crescimento desgovernado de microrganismos, destaca-se a necessidade de estudos que descrevam as suas utilizações e finalidades no contexto de demanda social, uma vez que são poucas estas pesquisas. Os agentes físicos e químicos são utilizados para vários fins na atualidade, como na assepsia em cirurgias e no controle de infecções humanas. Estes agentes atuam diretamente na inibição do crescimento microbiano tal como a sua eliminação total. Os físicos, como o próprio nome o condiz, é a utilização de meios físicos para o controle do crescimento, como a radiação, temperatura e dentre outros. Os métodos químicos são aqueles que utilizam fórmulas e soluções para tal ação, como desinfetantes e antissépticos. Ambos, são de demasiada importância para o controle do crescimento microbiano em diferentes aspectos, como, hospitalares, limpezas, desinfecções e dentre outros fins de utilização.

Estudos que norteiam tal assunto, possibilita o passe e concretização de informações corretas e precisas, a fim de propagar as pessoas a aplicação exata e a finalidade de cada agente, concedendo o controle microbiano de forma mais eficaz, evitando contaminações e o crescimento desgovernado. Outro ponto que se destaca a relevância de pesquisas desses agentes, é a disponibilidade de informações para as necessidades sociais, tendo em vista que os agentes são utilizados em abundância, em cirurgias, produções de alimentos, controle e desinfecções de áreas sociais, manejo, redução e prevenção de infecções, e dentre outras atribuições.

A transmissão de conhecimento existe desde os primórdios, garantindo o repasse de informações. Este estudo parte de uma pesquisa bibliográfica, na qual possui como finalidade, repassar os conhecimentos e diretrizes de autores que asseguram as definições, utilizações e os meios de controle microbiológico através dos agentes físicos e químicos. O levantamento dispõe de estudos provindos de artigos, livros e fontes de relevância científica partidos de diferentes autores de áreas relacionadas a microbiologia. Por dispor de um assunto de interesse social, visa-se o recorte de tais temáticas direcionadas a população científica, alvos de controle e segurança clínica, além da sociedade em geral. A utilização de agentes físicos e químicos visa a minimização e/ou a inibição de crescimentos microbianos em situações de necessidade destas, ou seja, impedindo o crescimento desgovernado e impactos negativos em situações específicas que se deseja a eliminação e controle deste crescimento.

 

2 DESENVOLVIMENTO E DISCUSSÃO

Desde o surgimento da humanidade, a convivência com os microrganismos é inevitável, pois os animais, incluindo os humanos, dependem de associações simbióticas com bactérias para sua sobrevivência e desenvolvimento. Baseados nisso, podemos dizer que os microrganismos desempenham funções vitais para continuidade do ciclo da vida na terra[3]. Os microrganismos são seres vivos pequenos, se enquadrando em escala dos micrómetros, e, portanto, apenas observáveis com o auxílio dos microscópios. São um vasto grupo de organismos, geralmente unicelulares, que incluem bactérias, protozoários, algas, fungos, vírus, e dentre outros. A importância de estudar a ciência da microbiologia, deve-se porque micro-organismos são os seres para estudo dos fenômenos biológicos e excelentes instrumentos para compreender a biologia molecular e, ainda, porque muitos problemas ou transformações importantes da sociedade humana são consequência da atividade microbiana [1].

Alguns dos empecilhos causados por microrganismos são as doenças, a doença é definida como falta ou perturbação da saúde ocasionada por micro-organismo como agente primário, secundário ou agente oportunista. Outro é o de alimentos, no qual a microbiologia alimentícia trata dos processos em que os microrganismos influenciam diretamente nas características dos alimentos. Em nosso dia a dia convivemos com os mais diversos alimentos produzidos por microrganismos como o vinho, a cerveja, o queijo e dentre outros [1]. Com isso, destaca-se que os microrganismos estão presentes em diferentes âmbitos no desenvolvimento da humanização, da saúde até a alimentação. Com o seu crescimento desgovernado, resultantes normalmente em algum empecilho, surge a necessidade de agentes para o controle do mesmo, visando a diminuição no seu impacto, quanto a saúde, alimentação e dentre outras necessidades sociais.

A compreensão do funcionamento dessas relações possibilita o controle dos microrganismos, o que, por sua vez, viabiliza a resolução de questões e a obtenção de produtos biotecnológicos. A capacidade dos microrganismos de causar enfermidades está relacionada ao tipo de microrganismos, ao hospedeiro e às condições ambientais. Enquanto um microrganismo pode ser introduzido no organismo através de uma picada ou ferimento, outros podem apenas causar danos superficiais [2].

Dentre os métodos de controle de microrganismos mais utilizados, pode-se destacar os agentes físicos, que se incluem a temperatura, filtração, radiação, vibração ultrassônica, remoção de oxigênio, dessecação e remoção de oxigênio, além dos métodos químicos, norteados por desinfetantes e antissépticos. Já os métodos de controle químico de microrganismos, destaca-se os agentes antissépticos e desinfetantes, como álcoois, aldeídos, fenóis e derivados, bifenóis, ácidos inorgânicos e orgânicos e os agentes oxidantes[1, 2]. Um dos meios de controle microbiano mais comum é a fervura, na qual se consiste na desnaturação de proteínas. Este, não se enquadra como esterilização, mas consegue eliminar uma grande quantidade de microrganismos, não sendo eficaz contra endósporos bacterianos e alguns vírus. Normalmente este método é utilizado em desinfecções caseiras e no preparo de alguns alimentos [2].

Com isso, entende-se e destaca-se que existem diversos meios eficientes de controles físicos e químicos no controle microbiológico, como, fervura, autoclavação, pasteurização, flambagem, incineração e dentre outros. Tais controles são de demasiada importância social, como alimentação, meio ambiente, saúde, controle de doenças e infecções, e dentre outras. Sendo assim, parte a necessidade de estudos e pesquisas que norteiam tais temáticas, a fim de levar o conhecimento para a população científica e social.

 

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

 De acordo com o presente estudo, os agentes físicos e químicos são de demasiada importância na prevenção e no controle do crescimento microbiológico. Ao exercer um controle microbiano, o indivíduo proporcionará a regularização e o controle de infecções, deterioração de alimentos, e dentre outras utilidades dispostas na sociedade. Destaca-se também a necessidade de pesquisas voltadas para o esclarecimento e definições dos meios utilizados por cada agente físico e químico, tendo em vista a relação humana entre os microrganismos. Salienta-se que os agentes físicos e químicos são uma notória ferramenta para o manejo e controle microbiológico, na qual, ao se aplicados de forma correta, reduz e controla significativamente o crescimento microbiano, de acordo com as suas finalidades. ​​ 

Desde os primórdios o ser humano convive com as relações microbianas, sendo na alimentação e na transmissão/infecção por doenças, nas quais normalmente estão relacionados a simbiose de microrganismos. Com isso, os agentes físicos e químicos partem como agentes para controle de intenções voltadas aos microrganismos, sejam elas, desinfecção, esterilização, assepsia e dentre outras causas. Portanto, ressaltamos a importância da utilização dos agentes físicos e químicos no controle microbiológico, afinal, necessita-se destes para a relação harmônica entre homem e os microrganismos.

 

4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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  • BREVIGLIO, Ezio; POSSEBOM, José; SPINELLI, Robson. Higiene ocupacional: agentes biológicos, químicos e físicos. Editora Senac, ISBN 978-85-396-2945-9, p. 462, 2020.

     

  • NOGUEIRA, Alexandre Verzani; FILHO, Germano Nunes Silva. Microbiologia. Biologia /EaD/UFSC, ISBN 978-85-61485-26-9, p. 211, 2015.

     

  • UJVARI, Stefan Cunha. – A história e suas epidemias: A convivência do homem com os microrganismosRevista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo, ISBN 85-87864-30-0, v. 45, n. 4, p. 212-212, 2003.

www.scientificsociety.net

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